O Maravilhoso Mágico de Oz

Aaaaiii… a minha infância já foi faz um tempão! Sinto falta dela, mas não posso desejar voltar atrás, pois o que eu gostaria que tivesse acontecido na aurora de minha vida, eu já seria demasiadamente adulta para querê-las para mim com a tenra idade. A evolução de uma criança depende exclusivamente da direção que os pais dela a oferece. Não tive a chance, quando menina, de ler livrinhos infantis, por que minha mãe nunca se importou realmente com eles. Eu via muito desenho, brincava, aprontava… enfim, tudo normal, mas não tive tanto contato com clássicos infantis.
Eu tive uma coleção linda de livros de fábulas e conto de fadas, mas devido a uma cena irritante na qual meu pai desempenhou o melhor papel de chato sem noção, eles foram parar numa instituição de caridade sem meu conhecimento. Só espero que a pessoa que o tiver em mãos saiba dar bom proveito à coleção, pois eu os tinha comigo até pouco tempo para lê-los aos meus futuros filhos…

Mas tudo bem. Nos últimos anos comecei a investir em literatura infantil e comprei “Alice no País das Maravilhas” e “Alice através do Espelho”. Encantadora obra “infantil”, totalmente edificante às nossas crianças. Logo mais terei obras de Monteiro Lobato também. Mas o que mais me encantou esses dias foi a aquisição da obra original de “O Maravilhoso Mágico de Oz”.

Confesso que a obra eu só conhecia no bate boca das pessoas. Justamente de apenas ouvir falar. E pra mim, era uma vergonha não conhecer esta obra tão importante da literatura mundial e infantil. Comprei o livro de pouco mais de 170 páginas e li em um dia. Em mim, que já sou velhinha para a obra, me deu aquele sentimento de ler um capítulo por noite para uma criança ao pé da cama antes dela dormir. Digamos, um sentimento maternal forte mesmo.

Existem tantos ensinamentos bonitos na obra! Poxa, toda criança deveria ter acesso nem que seja por um filme dessa obra. Estou procurando para comprar a primeira versão para o cinema de “O Mágico de Oz”, de 1939 se não me engano. Tão simples e profunda obra que chega a ser cativante. Acompanhar a saga de uma garota perdida num país querendo voltar ao seio familiar, um espantalho que sonhava em ter um cérebro (por mais que soubesse pensar), um homem de lata que queria ter um coração (apesar de ser um homem bom) e um leão que precisava ter coragem para se tornar o rei da floresta (apesar de já o ser sem perceber).

O que eles não sabiam é que todos  esses valores que eles buscavam todos já tinham dentro de si e eles demonstravam toda essa inteligencia, sentimento e coragem ao longo da tragetória até o encontro do grande Mago Oz sem se darem conta. Assim como Dorothy tinha o poder de voltar para sua casa nela mesma e durante toda a saga não se dá conta.

Serve como boa lição à meninada de que os valores vivem naturalmente dentro de cada um, basta trabalhá-los, basta acreditar neles. Crianças precisam disso. A televisão, infelizmente, ando formando apenas pessoas alienadas culturalmente e com uma preguiça mental sem fim. Por favor, não deixem suas crianças mofando em frente a uma televisão!

Cena do filme

Cena do filme

ps: A obra é tão grandiosa que o escritor L. Frank Baum escreveu 14 volumes sobre o Mágico de Oz. E ainda após sua morte, muitos escritores se dedicaram a continuar escrevendo sobre Oz, somando então mais de 40 obras relacionadas à história infantil. Para ver a lista completa acesse: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_dos_Livros_de_Oz

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