Texto drops: As suspicácias de um povo falante

O que eu sinto, ninguém traduz. Se falei de mais, se dizem que me expus, não é nada parecido com o que tenho ou com aquilo tudo que me conduz. Tirem o cavalo da chuva! Por que mesmo que eu permaneça tempos calada, totalmente muda, vão colocar palavras na minha boca, me tacharão de louca e dirão que o que eu passo é coisa pouca.

Pois tomem conta de vocês mesmos, por que somente olhar por ou para mim, em meu interior, é mais complexo que toda a dor alheia em seu esturpor. Tenham o mínimo de pudor em se colocarem distantes… que continuarei aqui admirando todos estes instantes! Aparentemente invisíveis.

Mas graças a Deus! Que toda e qualquer dúvida minha seja breve, superficial e daquelas que se vão… e seguem pelo infinito enquanto me recordo delas rindo!

O amor, ah! Ele chega de verdade, sabem disso? E aí ninguém terá mais tempo pra palpitar naquilo que não conhecem, pois o sentirão!

Deixem a falácia! Abracem todos os sentimentos do mundo com audácia. Deixem respirar em paz aqueles que se povoam de ilusões e não se acabam em meras suspicácias!

Calem as malditas bocas praguejantes! Neste povo todo, em cada um, abriga-se um dito viajante, sedento por uma vitória avante! Sendo do amor um eterno vibrante, praticante, inconstante, saltitante… AMANTE!

Escrito em 13/01/2012

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